segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dead memories in my heart.




Atualmente
meu mundo tem desabado, e eu tenho alegrado-me.
Problemas estavam atormentando minha cabeça. Eu nunca pude e nem poderia voltar, por nada e nem ninguém. Eu jamais diria que as memórias estavam mortas em meu coração, porém aprendi algo de importante valor pra mim: Nunca diga nunca.
Sabia que estava tudo prestes a acabar, já tinha uma rachadura em mim, e as minhas memórias estavam caindo através dela lentamente.
Minhas emoções que quase não existiam mais, começaram a ser trocadas por um contrato de confiança, no qual eu me arrependi amargamente de tê-lo assinado com você. Por que eu estava trocando meus sentimentos, se eles eram e são tão verdadeiros ? O único sentido real era... Meu outro 'eu' estava morto, sozinho, procurando por incógnitas infinitas.
Quando você disse pra tentar te amar, eu o fiz o máximo possível. Não por você... mais por mim, eu amarrei-me a um laço pequeno e indestrutível no qual eu teria que suportar até as memórias mortas em meu coração, renascerem. Então quando fui embora, eu apenas mantive em mim minhas cicatrizes e o meu outro eu, o qual guardava as memórias já mortas em seu coração se foi.
Olhando atentamente para meu coração eu percebi, que uma memória morta ainda estava muito viva dentro de mim. Só não sei aonde pertenço, mais "você" a minha memória mais viva do que nunca, continua aqui... juntamente com minhas cicatrizes que nunca irão sumir de mim.
Eu queria dentro do meu coração uma bússola, como honestidade... Assim eu encontraria-me para todo sempre, eu não me perderia e nem sumiriam minhas memórias mais uma vez.
Agora eu poderia sonhar novamente, eu guardo ainda minhas memórias em mim, não só no meu coração. Eu não tenho mais medo como antigamente, eu só desejaria uma longa, porém chuva suave, para eu navegar pelo meu único eu novamente. Lentamente chegaria ao ápice disso tudo... de uma forma ou de outra, nada é do jeito que queremos ou sonhamos de verdade, então... não posso iludir-me com tamanha conjunção de sentimentos que não são pra mim.
Segurado pelas mãos em uma leve chuva de domingo, minhas memórias escorrerão todas e foram embora com uma sincronização perfeita, sem enchorradas e só os pingos indo e dentro de cada um levando minhas memórias e meu coração.

Um comentário:

  1. Agora eu poderia sonhar novamente, eu guardo ainda minhas memórias em mim, não só no meu coração. Eu não tenho mais medo como antigamente, eu só desejaria uma longa, porém chuva suave, para eu navegar pelo meu único eu novamente. Lentamente chegaria ao ápice disso tudo... de uma forma ou de outra, nada é do jeito que queremos ou sonhamos de verdade, então... não posso iludir-me com tamanha conjunção de sentimentos que não são pra mim.

    Curto muito a forma...Com quevc se expressa...O seu coração parece gritar!

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